Sepultura, monumento e morte são eventos documentais distintos. Inscrição é pista; registo funerário e ato verificam data, local e identidade. Método geral de guia australiano, sem transferir depósitos ou regras para outros países.
O método, passo a passo
- Comece pela última residência e óbito documentado. Procure anúncio funerário ou registo religioso. Óbito e sepultura podem ter locais distintos; separe-os.
- Identifique gestor e guarda: município, paróquia, privado ou arquivo. Base fotográfica pode cobrir só parte; nome ausente não prova ausência.
- Anote cemitério, secção, fila, sepultura, data e referência se presentes. Transcreva sem corrigir datas silenciosamente; explique diferenças com atos.
- Compare pais, cônjuge, idade e domicílio noutras peças. Nomes na mesma sepultura são pistas, não prova do parentesco exato.
- Exemplo fictício: monumento «Marie, 1863–1930», óbito 69 anos. Conserve ambas as fontes. Procure nascimento, casamento e sepultura; não substitua ano sem explicar conflito.
Anotar no caderno de pesquisa
- Cemitério e gestor
- secção e sepultura
- data
- inscrição exata
- registo e cota
- óbito comparado
- conflitos.
Fontes e referências
- National Library of Australia — Cemetery records ↗ (Data de verificação do recurso : )